Genioanálise

Guto Tavares, 4/6/2019

· Geniologia ·

Triângulo dos Gênios

O Princípio da Análise do Perfil

O desenvolvimento do nosso sistema nervoso central acontece em paralelo à nossa formação física. Esse processo manifesta marcas visíveis em nossa postura, proporções e distribuição de energia biológica, funcionando como uma assinatura comportamental que influencia a forma como processamos estímulos, lidamos com o estresse e tomamos decisões.

A lógica matemática dos perfis

A partir deste princípio relacional, temos os três tipos Primários:

Neural (711)

Tonal (171)

Sensorial (117)

Mediando esses 3 primários, estão os quatro tipos Secundários:

Maioral (441)

Passional (144)

Lassal (414)

Primoral (333)

E intermediando os primários e secundários, estão os demais 21 perfis, cujos nomes são combinações dos 7 pivôs.

Ao dispormos os 28 tipos humanos no Triângulo dos Gênios, torna-se clara a lógica matemática dessa representação por números.

Como são três os vetores do Triângulo, o primeiro algarismo é o grau de neuralidade; o segundo, de tonalidade, e o terceiro, de sensorialidade.

De modo que 621 significa que o perfil tem 6 de neural, 2 de tonal e 1 de sensorial. O equilíbrio está no centro do Triângulo: 333. O extremo neural é 711, o extremo tonal é 171, e o sensorial é 117.

O mínimo é 1 porque todo ser humano possui sempre os 3 sistemas. Portanto, se 2 vetores tiverem intensidade mínima (1), obrigatoriamente o terceiro terá o máximo 7 (para manter sempre o total 9). Fica, então, fácil entender a lógica dos números dos perfis.

A análise geniológica (ou genioanálise) é uma importante ferramenta da geniologia, metodologia desenvolvida com o propósito de dar ao homem um autoconhecimento robusto, facilitando a identificação de tendências comportamentais e o desenvolvimento pessoal.

Criação do Triângulo dos Gênios

Foi no início deste milênio que começamos nossa jornada de descobertas geniológicas.

Inicialmente, nossa lógica se baseava na observação dos biótipos estruturais de William Herbert Sheldon († 1977).

Como se tratava de uma tríade, inserimos os biótipos nas pontas de um triângulo, buscando discernir como seriam os tipos intermediários.

Notamos então que havia uma relação entre essa tipologia estrutural e estudos comparativos do comportamento humano. Ao tentarmos distribuí-los no Triângulo, vimos que as bases teóricas se encaixavam de forma lógica: um entre o neural e o tonal, e outro no centro do triângulo. Formou-se ali o esboço de uma teoria que buscava harmonização.

Faltava encontrar a descrição de mais 2 perfis, um que fosse intermediário entre tonal e sensorial; e outro que estivesse entre sensorial e neural.

A observação e a lógica nos levaram a perceber que havia no triângulo uma relação de tese e antítese, de modo que o intermediário entre duas pontas era o oposto da ponta contrária. Delineamos então os perfis dos 7 pivôs.

A partir daí, ocorreu de forma natural o processo de completar os 21 tipos restantes, resultando nos 28 perfis do Triângulo dos Gênios.

Genioanálise e Autoconhecimento

É pela observação das proporções corporais que chegamos ao reconhecimento do perfil de comportamento.

Estudiosos do passado colaboraram para a descrição de biótipos e características marcantes. Entretanto, a aplicação da tese e antítese triangular foi a chave para entender e descrever com precisão o conjunto dos 28 perfis.

Aplicando esse conhecimento em nossas orientações e acompanhamentos desenvolvidos ao longo dos anos, notamos uma evolução significativa na clareza e no autoconhecimento dos participantes, facilitando o desenvolvimento pessoal e a inteligência relacional.

Precisão da Análise

É importante destacar que a estrutura identificada pela Genioanálise revela uma configuração nativa do indivíduo, enquanto o seu estado momentâneo pode variar.

Ao comparar registros de uma mesma pessoa em épocas diferentes, por exemplo, é possível notar pequenas variações de nuances. Além disso, experiências marcantes de vida e esforços conscientes de desenvolvimento podem direcionar as inclinações naturais.

A essência do perfil costuma ser estável, mas o ser humano possui uma capacidade de aperfeiçoamento constante para superar limitações.

Outro ponto fundamental para a precisão da Genioanálise é a visibilidade corporal. A análise torna-se consideravelmente mais precisa quando o corpo pode ser avaliado como um todo. Para isso, dividimos a estrutura corporal em três regiões principais: cabeça, tronco e membros. Se analisada isoladamente, cada uma dessas partes pode apresentar resultados parciais ou divergentes; é a leitura integrada das três regiões que garante um resultado exato.

Por essa razão, embora a Genioanálise possa ser realizada a partir da foto de um busto, o relatório retornado será necessariamente parcial e incompleto.

Vale destacar que não é necessário, de forma alguma, o uso de roupas coladas, trajes de banho ou exposição do corpo. Roupas do dia a dia, mesmo que levemente largas, acompanhadas de acessórios comuns, não comprometem a análise, pois a Genioanálise desconsidera esses elementos e foca exclusivamente nas proporções da estrutura corporal geral.

O Papel da Inteligência Artificial

Em nosso site genioanalise.com realizamos o mapeamento com auxílio da tecnologia de IA. O sistema analisa elementos visuais de proporção contidos na foto enviada pelo usuário e cruza esses dados com nossa matriz de referência, oferecendo um mapeamento do modo operacional nativo de forma ágil e objetiva.

Aplicação Prática

Ao compreender o seu perfil, você descobre suas tendências comportamentais e padrões automáticos de resposta diante do estresse. Trata-se de uma ferramenta de clareza e inteligência emocional projetada para o desenvolvimento pessoal e profissional.